Para executivos e conselheiros

Antes do convite, alguém vai perguntar sobre você à IA. O que ela responde?

Headhunters, comitês de indicação, investidores e conselhos usam ChatGPT, Gemini e Claude para levantar e checar nomes. A resposta que eles recebem é o seu primeiro filtro — e você não está na sala quando ela é gerada.

A decisão mudou de lugar

A primeira due diligence não é feita por uma consultoria. É feita em um chat.

Antes de abrir o seu perfil, ligar para uma referência ou contratar uma checagem formal, quem decide pergunta à inteligência artificial. O que ela devolve define se a conversa continua.

Exemplo de pergunta às IAs
"Quem são bons candidatos a conselheiro independente com experiência em [setor]?"
— Comitê de indicação montando a short list
Exemplo de pergunta às IAs
"Qual é a trajetória de [nome]? Há alguma controvérsia associada a ele?"
— Due diligence informal, antes da formal
Exemplo de pergunta às IAs
"Quem tem experiência comprovada em turnaround no setor [X]?"
— Headhunter levantando nomes para a posição
O custo de ser invisível para as IAs

Estar no Google não é a mesma coisa que estar na resposta da IA.

Você pode ter três décadas de carreira, resultados auditáveis e assentos relevantes — e ainda assim a inteligência artificial pode ancorar você no cargo que você deixou há oito anos, atribuir a você a história de um homônimo, ou simplesmente não ter o que dizer. Em due diligence, silêncio e imprecisão custam o mesmo: a conversa não avança.

A short list
de conselheiros e executivos começa hoje em uma pergunta feita à IA.
Um homônimo
basta para a sua reputação carregar a história de outra pessoa.
O cargo antigo
é onde a IA ancora você, se ninguém amarrou a sua trajetória atual no grafo.
A solução

A Sumaúma AI Presence faz as IAs descreverem você com precisão e autoridade.

Não se trata de construir imagem. Trata-se de estruturar o que já é verdade — trajetória, setores, resultados, assentos, formação e temas de domínio — de um jeito que os modelos de linguagem consigam descrever você com precisão, sem confundir com homônimos e sem parar no seu cargo anterior. É o que chamamos de Engenharia de Presença em IAs Generativas, aplicada à sua reputação executiva.

Pilar 01

Monitoramos

Medimos o seu G-SoV (Generative Share of Voice) com o AI-Scan e monitoramos o que os modelos dizem sobre você: em que temas você aparece, com que precisão, e se há atribuição incorreta a corrigir.

Pilar 02

Estruturamos

Construímos o seu grafo de conhecimento e amarramos os nós da sua identidade — cargos, empresas, setores, conselhos e formação — para que as IAs reconheçam uma trajetória única e atual, não um recorte antigo.

Pilar 03

Clonamos

Extraímos o seu DNA Linguístico e vetorizamos as suas teses de gestão, para que as IAs saibam qual é a sua leitura de mercado e a atribuam a você.

Pilar 04

Propagamos

Publicamos, em canais de autoridade do ambiente corporativo e de governança, conteúdo semântico consistente e original, para influenciar as IAs onde elas são treinadas.

+100
profissionais atendidos desde 2022
Nascemos no mercado de quem vive do próprio nome

A Sumaúma começou em 2022 como agência de marketing digital e teve — e ainda tem — no segmento de profissionais cujo nome é o ativo a sua principal vertical. Já atendemos mais de 100 deles. Hoje aplicamos essa experiência à nova fronteira: o que as IAs generativas respondem quando alguém digita o seu nome.

Perguntas frequentes

Dúvidas respondidas.

Sou executivo. Como faço para a IA descrever a minha trajetória corretamente?

O primeiro passo é medir. O AI-Scan mostra o que os modelos já dizem sobre você: em que temas você aparece, com que precisão, e se há confusão com homônimos ou ancoragem em um cargo antigo. A partir daí, estruturamos as suas entidades nos grafos de conhecimento — cargos, empresas, setores, conselhos, formação — para que os modelos reconheçam uma trajetória única e atual; vetorizamos as suas teses de gestão; e propagamos conteúdo original nos canais em que as IAs são treinadas. Não existe atalho nem espaço à venda: as IAs descrevem bem quem elas conseguem reconhecer.

Headhunters e comitês de indicação realmente consultam IA sobre candidatos?

Cada vez mais, e sobretudo na fase de levantamento — antes de qualquer checagem formal. A pergunta "quem são bons nomes para [posição] com experiência em [setor]?" devolve uma lista curta, e é dela que sai o convite. Não estar na lista raramente é comunicado a você: a conversa simplesmente não acontece.

A IA está associando o meu nome a informação incorreta. Isso tem conserto?

Tem, e é justamente o trabalho de monitoramento e de desambiguação de entidade. O modelo erra quando não tem um nó estável ligando o seu nome à sua trajetória real. Quando cargos, empresas, conselhos e formação apontam de forma coerente para a mesma entidade, marcada em dados estruturados e reforçada em fontes que os modelos tratam como confiáveis, a descrição converge para o que é verdade.

Isso substitui o meu LinkedIn ou o trabalho de um headhunter?

Não — complementa os dois. O LinkedIn continua sendo a sua vitrine formal e o headhunter continua sendo quem abre portas. A Engenharia de Presença cuida de um canal novo e invisível: o que a inteligência artificial responde sobre você quando ninguém está olhando, que é justamente o momento em que a decisão de convidar começa a ser tomada.

Quanto tempo até a IA descrever a minha trajetória do jeito certo?

A desambiguação da entidade costuma ser a mudança mais rápida de sentir: assim que cargos, empresas, conselhos e formação apontam para um nó único e atual, o modelo para de ancorar você no passado. O AI-Scan já dá o diagnóstico imediato, e a propagação evolui o seu G-SoV ao longo das semanas, com monitoramento contínuo. Não é um botão que ligamos ou desligamos.

Garanta que as IAs falem de você com precisão e autoridade com a Sumaúma AI Presence.

Solicite o seu AI-Scan e descubra o que as IAs generativas respondem hoje quando perguntam sobre você.